Trata-se de projeto que envolve as áreas de museologia, antropologia, arqueologia e direito que, reunidas, colocam o museu em posição central como instituição de preservação, pesquisa, participação e de direitos à musealização.
O projeto tem como problema enunciado as relações entre museus e grupos indígenas historicamente construídas, visando reformulações de paradigmas a partir de ações de colaboração com Kaingang, Guarani Nhandewa e Terena, SP, que contribuam com tecnologias sociais no espaço do museu e a formação de um novo perfil profissional.
O objetivo central do projeto é intervir na (re)formulação de políticas de gestão de acervos – lugar de confluência de questões institucionais fundamentais que compreendem as coleções e objetos, em se tratando das responsabilidades que o museu assume com os povos indígenas e com os grupos com os quais trabalha diretamente.
A originalidade do projeto está na ampliação de ângulo investigativo que dê maior abrangência às pesquisadas já realizadas, mas que também coloque lado a lado empiria vivida na colaboração e observada etnografica/museograficamente e revisões bibliográficas – mão dupla entre empiria que aciona a bibliografia e a bibliografia revista mediante dados da realidade empírica.
Integrantes: Fabíola Andréa Silva, Manuel Ferreira Filho, Verônica Wesolowski de Aguiar e Santos, Marília Xavier Cury (Coordenador), André Menezes Strauss, Alice Lucas Semedo, Bruno Cesar Brulon Soares, Edmundo Marcelo Mendes Pereira, Maria Marta Reca, Luciana Conrado Martins, Manuelina Maria Duarte Cândido, Luciana Helena Gonçalves, Ana Carolina Delgado Vieira, Juliano Meneghello, Mariana de Campos Françozo, Leilane Patricia de Lima, Leticia Ribeiro Ferreira da Silva. Lucile Claudie Maugez, Mariana Tezoto de Lima, Monik Dáfani Dantas, Rebeca Ribeiro Bombonato.
Financiador(es): FAPESP – Auxílio financeiro.